O aquecimento global é uma realidade. Pesquisadores que antes estavam céticos agora admitem isso. Conheço hidrólogos na USP, por exemplo, que já estão mudando de opinião. Mas o ceticismo deles tinha fundamento, afinal a teoria "vendida" é que a causa é o efeito estufa gerado pela poluição humana, e isso não foi provado. Em suma, os pesquisadores céticos diziam, com boa dose de razão, que os eventos dos anos passados não demonstravam estar acima da variabilidade estatística das séries históricas de temperatura, pluviometria, etc. No entanto, a quantidade de eventos extremos nos últimos poucos anos foi muito grande, fazendo com que empiricamente a realidade do aquecimento global tome força. Acredito, no entanto, que a causa primária é astrofísica, e não antrópica, como já comentei muitas vezes. Os eventos extremos serão, principalmente, mais comuns, e provavelmente parte deles baterá recordes. Tudo isso, no entanto, não é o mais importante, ainda. Depois virá o cataclismo, o chamado "evento geofísico". Mas não deixemos de lembrar que tudo isso estava previsto, ou seja, as profecias são reais, e nesse caso nossa fé é fortalecida, já que a profecia principal e soberana é a que prevê o retorno do Cristo e a salvação da humanidade.
Muito, muito tempo sem postar... Estou envolvido com a dissertação de mestrado. Na verdade, acabo postando a maior parte do que quero na lista Parúsia, no Yahoo. Não é qualquer lista de discussão que pode orgulhar-se de funcionar sem problemas por onze anos! Fundei o grupo em setembro de 1999, e ele ainda vai muito bem, obrigado. A lista é séria e direcionada, sem discussões, brigas, mensagens fora do tema, etc. Claro que isso só é possível graças à seriedade das pessoas como um todo. São mais de 320 membros. Pode parecer pouco perto de comunidades no Orkut, por exemplo, mas o que conta é a qualidade e constância da participação dos participantes. O endereço: http://br.groups.yahoo.com/group/parusia/ .
Chamou-me bastante a atenção, como aliás do país todo, a catástrofe em Santa Catarina. Mas o Estado estava sendo notícia antes: justamente no início do mesmo mês, e estendendo-se até poucos dias antes da tragédia, começaram a surgir os primeiros "crop circles"no Brasil. São chamados também de agroglifos, ou mais populamente como "círculos ingleses".
É difícil acreditar que foi coincidência. Estaria "alguém"de outros orbes tentando mostrar áreas seguras nas proximidades, sabendo da encrenca que se aproximava? É de se pensar.
Em 22 e 23 de novembro último participei do seminário do casal James e Deseiree Hurtak, em São Paulo. Ocorreu na Casa de Portugal, na Liberdade. Muito bom. Dois dias (sábado e domingo) bem puxados.
Dias depois Hurtak lançou seu livro O Fim do Sofrimento na livraria Cultura. Ele é co-autor, junto com Russel Targ. Estou lendo.
Os ativistas ambientais vão querer comer meu fígado, mas a verdade é que tanto eles quanto os céticos do aquecimento global estão errados. Estes por negarem o aquecimento, e os primeiros por acreditarem que a causa é o aumento do efeito estufa. O aquecimento é real sim, mas a causa são as alterações solares - que descrevi sofrivelmente na postagem abaixo - e não o efeito estufa. É claro que isso não é desculpa o ser humano fazer uma farra poluidora. Tínhamos que estar combatendo ferozmente a emissão de gases de efeito estufa, nem que fosse para atenuar os efeitos das mudanças solares no planeta. Aliás é por isso que os modelos matemáticos climáticos estão furando, e apresentando previsões cada vez mais pessimistas cada vez que são recalibrados: está faltando uma variável importante: o Sol. Também não vou ficar surpreso se algum dia for descoberto que essa aparente loucura do governo Bush de não assinar o protocolo de Kioto seja porque eles sabem que o efeito estufa não é a causa principal do aquecimento global; e aí estejam pensando algo como "vamos faturar enquanto dá, e ficar mais poderosos para enfrentarmos as mudanças realmente grandes que estão por vir". Seria uma visão materialista e egoísta, sem dúvida. Mas o que esperar desse tipo de gente?
Como é difícil manter um blog atualizado... Não escrevo há mais de 40 dias! Com dois trabalhos e família, é complicado. Até que não tem faltado assunto; tenho visto uns links muito bons. O que mais tem me interessado são as questões relativas ao chamado "grande cataclismo", como James Hurtak o denomina. Estou particularmente interessado em entender como será o "giro da crosta", previsto para o "fim dos tempos". Pelo que estou estudando, a teoria de Charles Hapgood (endossada por Einstein na época) não está totalmente correta. Entendo que Hapgood matou a charada, explicando a série de evidências que tinha (extinção da megafauna, mapas antigos mostrando a Antártida sem calota polar, etc.) com o fenômeno do deslizamento da crosta terrestre sobre o manto - ou mais precisamente da litosfera sobre a astenosfera. Mas Hapgood e Einstein estavam errados quanto à causa do surgimento de um ponto crítico em que o torque dos pólos aumenta devido ao acúmulo de gelo, até que a viscosidade entre a crosta e o manto não é suficientemente alta, e a crosta "desliza" para alcançar novo ponto de equilíbrio. Se fosse assim não precisaríamos nos preocupar, já que sabidamente as calotas polares não estão aumentando - pelo contrário. A equação passa a fazer sentido à luz das profecias quando adiciona-se outra variável: a própria viscosidade da astenosfera. A hipótese que surge com o Livro do Conhecimento: As Chaves de Enoch, de James Hurtak, é que "propriedades desconhecidas" do interior do planeta surgirão devido ao bombardeio dos pólos por "raios cósmicos". As Chaves não chegam a dizer explicitamente de que natureza são esses raios. A única certeza que tenho é que algum tipo de influência extra-solar, como raios de alta energia vindos do centro da galáxia ou ondas gravitacionais, sabe-se lá, vem atingindo o Sol. Isso aumentará, afetando o campo magnético do Sol, com aumento de ejeções de massa coronal e sabe-se mais o que... O resultado prático será afetar o campo magnético da Terra ou mesmo o núcleo. De alguma forma - a qual meu amigo Antonio Castilla acredita conhecer e que já tentou me explicar - o próprio núcleo será afetado, e diminuirá a viscosidade entre o manto e a crosta. Aí sim o torque dos pólos pode ser "liberado" e a crosta gira. Não há necessidade de um crescimento contínuo das calotas polares, as quais na verdade estabilizam conforme a área disponível para acúmulo.
Domingo comecei a escrever meu livro. Tenho uma boa idéia de projeto, mas os anos que fiquei sem escrever artigos com freqüência estão fazendo efeito... Mas acho que com persistência vou engrenar.
Há alguns anos tenho estado intrigado com uma aparente contradição: por um lado a aproximação da Rússia e da China, e por outro a previsão profética de que a China invadirá a Rússia.
O artigo abaixo reforça o lado da aliança sino-russa. Continuo intrigado. Levanto algumas hipóteses:
1) a invasão chinesa estaria ainda suficientemente distante no tempo para que num futuro próximo haja algum desentendimento entre eles e os russos, passando a serem inimigos;
2) tuda essa aproximação é uma farsa chinesa, e a invasão seria a consumação de uma grande traição;
3) a própria Rússia, prevendo um futuro quadro de guerra com a China, estaria buscando essa aliança justamente para prevenir e evitar o conflito no futuro;
4) Essa é a alternativa que surgiu-me hoje após ler o texto abaixo. A profecia das Chaves de Enoch sobre essa invasão chinesa surgiu quando foram mostrados a Hurtak, e gravados em sua mente, uma série de cenários do futuro. Foi-lhe mostrada a invasão da Ásia central, com o deslocamento dos exércitos chineses assumindo uma “configuração de forcado” do leste para oeste, na direção do oriente médio. A nova hipótese que levando é que essa invasão tem a participação ou o apoio da Rússia, podendo ser uma reação à crescente presença norte-americana em territórios que estavam sob controle russo antes da fragmentação da URSS. Uma variação dessa hipótese seria que, com o início das catástrofes antes do grande cataclismo, a Rússia estaria de joelhos, e a China, também afetada mas com enormes recursos humanos, buscaria ao mesmo tempo ocupar o lugar geoestratégico da Rússia e obter desesperadamente recursos para minimizar eventuais problemas de quebras de safras, recursos hídricos, etc. Em suma, o conceito de espaço vital.
Desde 1998, eu tenho alertado publicamente quanto aos preparativos de guerra da Rússia. A idéia de se preparar para a guerra nuclear é absurda para a maioria dos americanos porque não faz nenhum sentido numa sociedade de consumo. Seja como for, os preparativos de guerra russos eram tãoinegáveisentão quanto o são hoje. E a Rússia não é uma sociedade de consumo. No final dos anos 90, a Rússia estava renovando e polindo novamente enormes bunkers nucleares e construindo cidades subterrâneas. O único propósito a que tais bunkers e cidades poderiam servir se relaciona a uma futura guerra nuclear. [veja a matéria completa no link acima]
Depois de meses, estou voltando a pesquisar seriamente a questão do mecanismo do "grande cataclismo". A intenção é elaborar algo de qualidade sobre o assunto; uma palestra ou um livro. Hoje por exemplo eu estava pensando sobre o "gatilho", ou seja, qual é afinal o fenômeno que tem afetado o Sol, provocando as alterações e aumento de atividade que têm causado, em grande parte, o aquecimento nos planetas do sistema solar. Isso mesmo, o tal "aquecimento global" está ocorrendo em Marte em Júpiter pelo menos, além da Terra. E que eu saiba os marcianos e jupiterianos não queimam petróleo... :-)
O efeito estufa é um fator agravante - e muito, mas a origem primária da mudança climática é o Sol. Mas vai demorar anos e anos até que isso apareça nos noticiários.
Neste 12 de setembro a lista Parúsia completou nada menos que oito anos de fundação. Originalmente no eGroups, está no Yahoogroups desde que este comprou o primeiro. Veja a página da lista: http://yahoogroups.com/group/parusia . As mais de doze mil msgs estão arquivadas e disponíveis para os membros. Bem que o Yahoo podia melhorar seu sistema de buscas em arquivos de grupos...